Meio Ambiente

LÍDERES EUROPEUS ADIAM MAIS UMA VEZ DESIÇÃO SOBRE CLIMA

BRUXELAS — União Européia ainda não encontrou solução para o impasse sobre o financiamento para tecnologias limpas em países em desenvolvimento

Após as discussões da Cúpula da União Européia que ocorreu hoje em Bruxelas o Greenpeace lamentou a falta de disposição dos líderes europeus para as negociações sobre mudanças climáticas. Os participantes não conseguiram chegar a um acordo com propostas concretas para acabar com o impasse nas negociações sobre um tratado global de clima e adiaram a decisão para o encontro do G8, que acontece em julho, na Itália.

“A falta de iniciativa da União Européia hoje deixa espaço para que países menos ambiciosos, como Japão e EUA, acabem de vez com o acordo”, disse Joris den Blanken, diretor político para a campanha de clima do Greenpeace.

O Greenpeace espera que os líderes europeus que vão participar do encontro do G8 preparem uma proposta emergencial sobre mudanças climáticas nas próximas duas semanas. Este plano emergencial deve conter compromissos de pagamentos antecipados que apóiem a preparação de planos de ação de desenvolvimento sustentável de países em desenvolvimento e financiar as necessidades imediatas de adaptação aos impactos já inevitáveis das mudanças climáticas.

Na reunião de hoje, os líderes europeus apenas reiteraram o que já havia sido acordado na semana passada, durante a reunião dos Ministros de Economia: que os esforços financeiros para apoiar medidas sobre clima nos países em desenvolvimento devem ser baseados no poder de pagamento (PIB per capita) e nas emissões históricas. Os líderes concluíram que todos os demais aspectos do financiamento para clima devem ser acordados até outubro.

“Dinheiro é a peça-chave nas negociações globais de clima. Esperar até outubro significa mais três meses de impasse nas negociações internacionais, pois os países que não fazem parte da União Européia aguardam um posicionamento do bloco para colocar suas cartas na mesa. Não temos mais tempo para esse jogo de empurra”, disse João Talocchi, coordenador da campanha de clima do Greenpeace Brasil.

Pense

Para você pensar:

Não devolva para a natureza o que ela não criou. Então... Sem solucionar o problema do lixo, seja ele qual for ( orgânico, eletrônico, etc.) jamais construiremos uma civilização sustentável! Pense nisto e combata o desperdício...

Utilize bicicletas para evitar o trânsito

As bicicletas podem economizar tempo e evitar a liberação de CO2 na atmosfera

Ana Elisa Teixeira

Trânsito livre, menos stress e menos poluição, a bicicleta ainda é o veículo individual mais usado no Brasil, apesar de hoje ser pouco utilizada nas grandes cidades. Sua história no país começa após a II Guerra Mundial, em 1945. Nessa época as grandes potências industriais e econômicas estavam em momentos difíceis. Com essa reconstrução do pós-guerra, chegaram as bicicletas Européias para facilitar o transporte das pessoas.

Na década de 50, com a mídia, a televisão, e principalmente o automóvel, a utilização da bicicleta foi ficando esquecida. Apesar de ser nociva para o meio ambiente, à aqueles que ainda preferem o conforto de um automóvel, ainda mais que além dele tem-se a possibilidade de ser usado por mais de uma pessoa.

Hoje, os grandes centros urbanos, estão começando a adotar a reutilização desse veículo para tentar diminuir a poluição e o transito das cidades. Na capital paulista, em um engarrafamento os automóveis andam de 5 a 8 quilômetros por hora, enquanto a bicicleta chega a 15.

Para voltar a usar bicicletas temos os bicicletário nas estações do metrô de Santana e Liberdade, na Linha 1 (Azul), Vila Madalena, na Linha 2 (Verde) e Brás, Barra Funda e Santa Cecília, na Linha 3 (Vermelha).

Para a dona-de-casa, Eufêmia Pereira que utiliza o bicicletário de Santana aos fins-de-semana, “Achei ótima essa idéia de disponibilizar aluguel de bicicletas em São Paulo, eu acabei não comprando uma para mim, achando que não usaria tanto aqui na cidade, mas com a possibilidade de alugar, ficou muito mais fácil”.

Esse sistema passa a disponibilizar 187 bicicletas para o aluguel e 683 vagas para estacioná-las na rede Estapar. Assim os ciclistas e as pessoas que ainda não aderiram a esse processo de melhoria para o transito e meio ambiente, tem a oportunidade incentivada pelo projeto de usufruir de suas bicicletas.

Os 7 Pecados capitais dos Trangênicos

Conheça os principais problemas dessa tecnologia que coloca em xeque a biodiversidade do planeta, provoca inúmeros problemas na agricultura mundial e afronta diretamente o Princípio da Precaução, da ONU. 1. Contaminação genética

Agricultores que queiram se dedicar ao cultivo convencional ou orgânico já sabem: se tiver alguma plantação transgênica nas redondezas, a contaminação é garantida e a missão, impossível. Tem sido assim nos Estados Unidos, onde tudo começou, na Europa, Argentina e sul do Brasil. Com a contaminação, agricultores têm prejuízos ao perderem o direito de vender suas safras como convencionais e/ou orgânicas.

O Greenpeace tem publicado anualmente um Registro sobre Contaminação Transgênica sobre os muitos casos verificados em todo o mundo

2. Ameaça à biodiversidade

A contaminação genética pode ter também um efeito devastador na biodiversidade do planeta. Ao liberar organismos geneticamente modificados na natureza, colocamos em risco variedades nativas de sementes que vêm sendo cultivadas há milênios pela humanidade. Além disso, os transgênicos podem afetar diretamente seres vivos que habitam o entorno das plantações, conforme indicam estudos científicos - como no caso das borboletas monarcas, que são insetos não-alvo da planta transgênica inseticida, mas são também atingidas.

3. Dependência dos agricultores

A empresa de biotecnologia Monsanto é hoje a maior produtora de sementes do mundo, convencionais e transgênicas. Além disso, é também uma das maiores fabricantes de herbicidas do planeta, com destaque para o Roundup, muito usado em plantações de soja geneticamente modificada no sul do Brasil. Com essa venda casada - semente transgênica mais o herbicida ao qual a planta é resistente -, os agricultores ficam presos num ciclo vicioso, totalmente dependentes de poucas empresas e das políticas de preços adotadas por elas.

Outro grande problema verificado nos países que têm adotados os transgênicos - principalmente os Estados Unidos e Argentina -, é a draconiana propriedade intelectual exercida pelas empresas sobre as sementes transgênicas. O agricultor é proibido de guardar sementes de um ano para o outro, podendo sofrer pesados processos caso faça isso, e ainda corre o risco de ser processado de qualquer maneira caso a sua plantação sofra contaminação genética de uma outra transgênica - e ele não tiver como provar isso.

4. Baixa produtividade

Os argumentos de quem defende os transgênicos como solução para a crise alimentar que vivemos vêm caindo por terra dia após dia. Os transgênicos já se mostraram pouco competitivos economicamente e recentes estudos promovidos por universidades americanas comprovaram que variedades transgênicas são até 15% menos produtivas do que as convencionais. Confrontadas com os resultados das pesquisas, empresas de biotecnologia admitiram que seus transgênicos não foram criados para serem mais produtivos, mas sim para serem resistentes aos agrotóxicos fabricados por essas mesmas empresas.

Num primeiro momento, os transgênicos podem até ser mais produtivos do que os cultivos convencionais ou orgânicos/ecológicos, mas no médio e longo prazos, o que se tem verificado é uma redução na produção e um aumento significativo nos preços dos insumos como o glifosato, principal herbicida usado em plantações transgênicas.

5. Desrespeito ao consumidor (rotulagem)

O Brasil tem uma lei de rotulagem em vigor desde 2004, que obriga os fabricantes de alimentos a rotular as embalagens de todo produto que usam 1% ou mais de matéria-prima transgênica. No entanto, apenas duas empresas de óleo de soja rotulam algumas de suas marcas do produto - e mesmo assim só depois de terem sido acionadas judicionalmente pelo Ministério Público. Há milhares de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros que chegam à mesa das pessoas sem a devida informação sobre o uso de substâncias geneticamente modificadas, numa afronta direta à lei e num claro desrespeito ao consumidor.

O Greenpeace publica, desde 2002, o Guia do Consumidor com uma lista verde de produtos que não usam transgênicos em sua fabricação e outra lista, vermelha, com produtos que podem conter organismos geneticamente modificados em sua composição.

6. Uso excessivo de herbicida

O caso da Argentina é emblemático: depois que os transgênicos começaram a serem plantados em suas terras, o consumo de herbicida explodiu no país, que passou a ser um dos que mais usam produtos químicos em plantações no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A explicação é simples: como os transgênicos são resistentes a um tipo específico de herbicida, o agricultor usa cada vez mais dele para proteger sua plantação de pragas. Com o tempo, no entanto, esse uso excessivo provoca problemas no solo, nos trabalhadores e promove o surgimento de pragas resistentes ao herbicida , exigindo mais e mais aplicações.

7. Ameaça à saúde humana

Não existem estudos científicos que comprovem a segurança dos transgênicos para a saúde humana. Apesar de exigidos por governos de todo o mundo, as empresas de biotecnologia nunca conseguiram apresentar relatórios nesse sentido - e ainda assim, seus produtos são aprovados. Por outro lado, alguns estudos independentes indicaram problemas sérios, como alterações de órgãos internos (rins e fígado) de cobaias alimentadas com milho transgênico MON863 da Monsanto.

E ainda há o risco do uso excessivo do glusofinato, componente ativo da variedade transgênica Liberty Link, da Bayer, presente tanto no milho como no arroz geneticamente modificado produzido pela empresa. Problemas como esses levaram alguns países, como a Áustria, a proibírem a importação e comercialização desses produtos.

No Brasil, infelizmente, não existe o mesmo cuidado. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de transgênicos no país, vem dando sinal verde para variedades que enfrentam grande resistência em outros países, como no caso do milho MON810, da Monsanto, proibido na Europa e liberado no Brasil.

Fonte: www.greenpeace.org.br

AS IMAGENS E OS SONS DA MUDANÇA CLIMÁTICAS

SÃO PAULO (SP), BRASIL — Exposição fotográfica Salvar o Planeta. É Agora ou Agora, do Greenpeace, estará em seis cidades brasileiras durante Semana do Meio Ambiente.

O Brasil é o quarto maior poluidor do mundo e conquistou essa triste posição principalmente com o desmatamento de suas florestas 75% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa vêm da destruição de regiões como a amazônica e alterações no uso do solo.

Em 80% das áreas já desmatadas a principal atividade é a pecuária - confira nossa página especial de lançamento do relatório A Farra do Boi na Amazônia.

Números como esses colocam o Brasil em papel de destaque na próxima reunião da ONU sobre clima, que acontece em dezembro em Copenhague, capital da Dinamarca.

E o caminho para Copenhague passa por seis capitais brasileiras que receberão durante a Semana do Meio Ambiente (de 1 a 7 de junho) a exposição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora. A mostra acontece em São Paulo, Rio de Janeiro Manaus, Salvador Porto Alegre e Belo Horizonte, e reúne 16 painéis fotográficos e uma tenda sensorial que permitirão aos visitantes uma visão geral da urgência do tema das mudanças climáticas e quais as soluções possíveis e viáveis. A entrada é gratuita.

A exposição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora faz parte do esforço global do Greenpeace para alertar a população brasileira e pressionar o governo brasileiro a agir para combater o aquecimento global.

Os visitantes poderão ver imagens dos impactos das mudanças climáticas (como a elevação dos níveis dos mares e a perda de biodiversidade), suas causas (desmatamento e uso de fontes poluentes de energia) e as soluções propostas pelo Greenpeace - preservação da Amazônia, uso de fontes renováveis de energia e criação de áreas marinhas protegidas.

O Greenpeace é uma organização global e independente que promove campanhas para defender o meio ambiente e a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos. Nós investigamos, expomos e confrontamos os responsáveis por danos ambientais.

Também defendemos soluções ambientalmente seguras e socialmente justas, que ofereçam esperança para esta e para as futuras gerações e inspiramos pessoas a se tornarem responsáveis pelo planeta.

Confira a programação da exposição em cada uma das seis cidades:

São Paulo:

Shopping Bourbon Pompéia – Rua Turiassú, 2100 - Pompéia de 2 a 6 de junho, das 10 às 22 horas. No dia 7, das 12 às 20 horas.

Salvador:

Shopping Iguatemi – av. Tancredo Neves, 148 – Caminho das Árvores de 1 a 6 de junho, das 10 às 22 horas. Dia 7, das 14 às 20 horas

Rio de Janeiro:

PUC-RJ, rua Marquês de São Vicente, 225 – Gávea. de 2 a 5 de junho, das 9 às 17 horas

Porto Alegre:

Shopping Total – avenida Cristóvão Colombo, 545 – Floresta de 1 a 6 de junho, das 10 às 22 horas. No dia 7, das 14 às 20 horas

Belo Horizonte:

Shopping Del Rey – avenida Presidente Carlos Luz, 3001 – Caiçara de 3 a 6 de junho, das 10 às 22 horas.

Manaus:

Palestras:

Dia 1/6 - Escola Concórdia Ulbra – avenida Solimões, 2 – Conj. Residencial Andreazza – Bairro Japiim II - das 7h30 às 12 horas.

Dia 2/6 - Escola Nilton Lins - avenida Professor Nilton Lins, Parque das Laranjeiras, Flores - das 7h30 às 12 horas.

Dia 3/6 - Escola Estadual Cleonice Menezes Fernandes, rua Capim Santo s/n, João Paulo II - Jorge Teixeira - das 7h30 às 12 horas.

Exposição fotográfica:

Dias 4 e 5/6 - Parque Samaúma - Núcleo 5 do Bairro Cidade Nova, Zona Norte - das 8 às 12 horas.

Dia 7/6 - Parque Ponte dos Bilhares - das 17 às 20 horas.

Fonte: www.greenpeace.org.br

“CHUVAS FORTES NAS GRANDES CIDADES MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS”

posted by: Mariamélia Biondi

Nos últimos meses algumas notícias tem me chamado a atenção e olha que não são referentes à Crise Financeira e suas vertentes, como o aumento da inadimplência, o aumento do desemprego no país, do aumento da tomada de decisões estratégicas do Obama, etc. Falo de outro tipo de aumento que é o do índice das fortes chuvas que ”assombram” os grandes centros urbanos brasileiros... Alguns estudos de renomados climatologistas mundiais apontam a existência de uma ligação entre o aquecimento global e o aumento das fortes precipitações, que resumidamente diz que quando a atmosfera fica mais quente, contém uma umidade maior, o quê aumenta a intensidade das trombas d´água.

Em Santa Catarina, no final do ano passado, as chuvas torrenciais provocaram enchentes e milhares de desabrigados. A região Sudeste foi castigada, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, com chuvas fortes em várias cidades. O Estado de São Paulo teve a maior média pluviométrica dos últimos 13 anos, haja vista o quê aconteceu na noite desta terça-feira e quarta-feira. Em Belo Horizonte, no início do mês passado, a chuva forte assustou moradores de diversos pontos da cidade e em algumas localidades até “choveu granizo”.

Já no Rio de Janeiro, entre os meses de novembro e fevereiro, as chuvas foram tão intensas que mais de 60.000 pessoas ficaram desalojadas. Chuvas torrenciais causam transtornos imensuráveis: enchentes, o trânsito pára, os aeroportos ficam fechados, pontes caem, aumenta a incidência de raios, há um significativo incremento nos casos epidêmicos de dengue, leptospirose, etc. As fortes rajadas de ventos destelham casas. É uma verdadeira tragédia.

O aumento das tempestades trás um fenômeno natural que nos causa “arrepios” só de ouvir o barulho, que são os trovões e relâmpagos. Logo depois vêm os raios, que são as descargas elétricas!!!

Ultimamente as notícias que ouvimos por aí tem as seguintes chamadas: “Japão lança satélites para estudar raios”;” Raio mata agricultor no Ceará “e “Homem morre atingido por raio em Duque de Caxias”

CURIOSIDADE:

  • O número de mortes por raios no país em 2008 foi o maior da década. Foram 75 mortes, contra 47 em 2007. O número de raios no país em 2008 também foi maior que em 2007, principalmente nas regiões norte e nordeste, superando 60 milhões de raios no ano....
  • Para 2009 é previsto que o número de raios se mantenha igual aos números de 2008. Em janeiro de 2009 já foram registradas 14 mortes por raios no país. No mesmo período em 2008, este número foi 13.
  • Em 2008 61% dos casos ocorreram no verão (seguido da primavera com 23%), 83% ao ar livre e 76% das vítimas foram homens. Por regiões: o sudeste teve a maior percentagem (39%), seguido pelo nordeste (32%), sul (15%), centro-oeste (9%) e região norte (5%). Por estados, São Paulo ficou em primeiro com 20 casos, seguido por Ceará (7), Minas Gerais e Alagoas (6) e Rio grande do Sul (5). Quanto às circunstâncias mais comuns, estas foram: o trabalho agropecuário no campo (19%), pessoas próximas de meios de transporte tais como motos (17%), pessoas dentro de casa em geral próximas a objetos ligados a rede elétrica (17%) e pessoas próximas a casas... (12%).
  • Em 2008 a chance de ser atingido por um raio no país foi de 1 em 2,5 milhões. Em São Paulo a chance foi de 1 em 2 milhões. Todas estas probabilidades são maiores do que aquela de acertar a loteria com um palpite simples (1 em 50 milhões).
  • A incidência de raios em grandes centros urbanos é maior durante a semana e diminui no final de semana em resposta a variação de poluição.

Ultimamente há um incremento nas notícias que ouvimos por aí com o mote das seguintes chamadas: “Japão lança satélites para estudar raios”; “ Raio mata agricultor no Ceará”e “Homem morre atingido por raio em Duque de Caxias”.

O quê fazer?

DICAS:

  • Na hora dos temporais, se possível, não saia de casa;
  • Não utilize o celular dentro de casa se estiver carregando a bateria (ligado a rede elétrica), na hora da tempestade;
  • Usar telefone, só se for sem fio...
  • Nem pense em tocar em qualquer equipamento elétrico ligado na tomada Se sair evite os seguintes lugares que não oferecem proteção contra raios:
  • Veículos sem capota (tratores, motos, bicicletas...)
  • Topos de morro e de prédios (que não tenham pára-raios)
  • Campos de futebol, quadras de tênis e estacionamentos ao ar livre
  • Ficar próximo de árvores isoladas ou de postes de rede elétrica Evite também:
  • Empinar pipa, andar a cavalo, nadar e ficar em grupos, em lugares abertos. E boa sorte... e que os raios não nos partam, literalmente !

Dicas e Atitudes Inteligentes

posted by: Mariamélia Biondi

Lixo eletrônico (termo que não deve ser confundido com spam), é o nome dado aos resíduos resultantes da rápida obsolescência de equipamentos eletrônicos (o que inclui televisores, telemóveis, computadores, geladeiras e outros dispositivos). Tais resíduos, descartados em lixões, constituem-se num sério risco para o meio ambiente, pois possuem em sua composição metais pesados altamente tóxicos, tais como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo Em contato com o solo, estes produtos contaminam o lençol freático; se queimados, poluem o ar. Além disso, causam doenças graves em catadores que sobrevivem da venda de materiais coletados nos lixões.

Segundo a ONG Greenpeace, que tem em seu site internacional a 7ª versão do Guia de Eletrônicos Verdes, estima-se que são produzidos, todos os anos, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, que correspondem a 5% de todo o resíduo produzido na Terra. Isso representa um volume suficiente para lotar uma locomotiva, com vagões que dariam a volta ao mundo. A boa notícia é que boa parte deste lixo pode ser reutilizado em equipamentos novos ou reciclados em outros produtos. Basta que as pessoas dêem um destino adequado ao seu “e-lixo”. Procure na sua cidade se informar sobre onde descartar aquele celular, aquela pilha recarregável e aquela bateria que estão largados na sua casa.

CURIOSIDADES

  • A média atual de utilização de um aparelho celular é de 2 anos e vem diminuindo gradualmente devido as novidades tecnológicas e a facilidade de aquisição.
  • Em 2007, no Brasil, foram comercializados mais de 10 milhões de computadores. Foi estimado um crescimento das vendas em 28%, em 2008.
  • A previsão é a de que o Brasil vai duplicar o número de computadores até 2012, chegando à marca dos 100 milhões.
  • Em 2007, pela primeira vez, o mercado brasileiro comercializou mais computadores do que televisores.
  • O número de usuários de internet no país chegou a mais de 43 milhões.
  • Nas áreas urbanas, 44% da população está conectada à internet. Das empresas brasileiras, 97% estão conectadas à internet.
  • Daqui a 3 anos, cerca de 1,8 bilhão de pessoas, ou 25% da população mundial, vão estar conectadas à rede mundial de computadores.
  • O número de internautas na China cresceu 42% em 2008, chegando a 298 milhões, o que consolida o país como o maior em número de
  • internautas do mundo.
  • Em 2006, foram comercializados, no Brasil, 10,8 milhões de televisores novos.
  • Com essa expansão, nove entre dez casas possuem aparelhos de televisão atualmente.
  • List item one
  • List item two
  • List item three

VOCÊ QUER COMPRAR UM NOVO COMPUTADOR? QUE TAL ELE SER “VERDE”

A Itautec comercializa os computadores Infoway ST 4160 e notebooks N 8630 e N8320, que tem o SELO VERDE concedido pelo Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo. Estes são os primeiros computadores “verdes” do mercado brasileiro.

Agora, uma pergunta: Com tantos celulares, computadores e televisores novos entrando em NOSSAS CASAS, o que faremos com os velhos? Essa pergunta também vale para os aparelhos de DVD, rádios, liquidificadores, microondas, enfim, tudo aquilo que é eletrônico e temos dentro de casa ou na empresa.

O que fazer quando não usamos mais estes equipamentos? São perguntas que parecem ter respostas difíceis. Mas não é tão complicado como parece.Só não vá jogá-lo no lixo!!!!

Locais que aceitam a doação de computadores e periféricos usados para a montagem de centros de informática:

Oxigênio

http://www.oxigenio.org.br A Oxigênio Desenvolvimento de Políticas Públicas e Sociais é uma ONG, sem fins lucrativos, Guarulhos/SP.

CDI

http://www.cdisaopaulo.org.br O Comitê para Democratização da Informática é uma organização não-governamental sem fins lucrativos que desenvolve o trabalho pioneiro de promover a inclusão social utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção e o exercício da cidadania.

Meta Projeto

http://www.acessasp.sp.gov.br/html/modules/xt_conteudo/index.php?id=42 O MetaProjeto é uma inovação do Programa Acessa São Paulo, com o objetivo de servir como um espaço de oficinas para o público do Parque da Juventude - experimentação e desenvolvimento de tecnologia, a partir de computadores

RECICLADOS

ABRE

Associação Brasileira de Distribuição de Excedentes http://www.abre-excedente.org.br Recebe doações de diversos tipos de eletrônicos, como computadores e televisores e os distribui a entidades sociais.

Instituições que possuem bazares e aceitam doações de objetos eletroeletrônicos

Centro Espírita Nosso Lar

Casas André Luiz - http://www.andreluiz.org.br A instituição aceita todo o tipo de usados, desde televisores, computadores, videocassetes e celulares até cartuchos vazios de impressora e placas de computador, mesmo com defeito e produtos quebrados. Agenda com o doador a entrega. Válido para a Grande São Paulo.

Hospital Albert Einstein

http://www.einstein.br O Hospital recebe cartuchos ou toners usados.

AACD

http://www.aacd.org.br Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso.

Associação PRÓ-HOPE

Apoio a Criança com Câncer – http://www.hope.org.br Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso.

Fundação Dorina Nowill Para Cegos

http://www.fundacaodorina.org.br Recebe eletroeletrônicos em condições de uso.

Você concorda com isso ?

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